Colóquio Ibero-Americano: Paisagem Cultural, Patrimônio e Projeto

5º Colóquio Ibero-Americano: Paisagem Cultural, Patrimônio e Projeto

Em setembro de 2018 vai acontecer a quinta edição do já tradicional “Colóquio Ibero-americano Paisagem Cultural, Patrimônio e Projeto”, promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pelo Instituto de Estudos do Desenvolvimento Sustentável (IEDS), e pelo Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS-BRASIL).

Nesse colóquio vão se aprofundar as discussões iniciadas nas edições anteriores, fazendo-se uma avaliação das diversas dimensões da ideia da paisagem cultural, tanto aquelas de natureza conceitual, metodológica e projetual, quanto suas implicações para as políticas de preservação, intervenção e gestão do patrimônio, com vistas ao desenvolvimento.

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4º Colóquio Ibero-Americano: Paisagem Cultural, Patrimônio e Projeto

Promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o Instituto de Estudos do Desenvolvimento Sustentável (IEDS), o evento tem entre seus objetivos investigar a ideia de paisagem cultural, debater experiências diversas relacionadas à chancela de paisagem cultural e aprofundar entendimentos sobre as possibilidades de abordagem do patrimônio cultural por meio da figura da Paisagem Urbana Histórica.

Em sua quarta edição, o Colóquio conta também com a participação do Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos-Brasil), e tem como público alvo a comunidade profissional e acadêmica interessada no tema da paisagem cultural, como profissionais, professores, pesquisadores, representantes de instituições e estudantes de pós-graduação, provenientes do Brasil e do mundo ibero-americano.

3º Colóquio Ibero-Americano: Paisagem Cultural, Patrimônio e Projeto

Nos últimos anos tem se acentuado a discussão em torno da categoria “paisagem cultural”, apesar dela ter sido incluída há mais de vinte anos na Convenção do Patrimônio Mundial da UNESCO e de dezenas de paisagens já terem sido nela inscritas, inclusive o Rio de Janeiro em 2012. Uma das controvérsias principais, que tem agitado o mundo da preservação gira em torno da introdução pela UNESCO da ideia da “paisagem histórica urbana” (Historic Urban Landscape, HUL), vista por muitos como desnecessária e redundante.

Ao mesmo tempo em que essa categoria dá margem à polêmica, ela tem sido cada vez mais utilizada ao redor do mundo por pesquisadores, profissionais e órgãos de preservação. O fato é que a ideia de “paisagem cultural” tem aberto novas possibilidades para a área do patrimônio, combinando aspectos materiais e imateriais do conceito, muitas vezes pensados separadamente, indicando as interações significativas entre o homem e o meio ambiente natural. Com isso, recoloca-se o próprio campo do patrimônio cultural, abrindo-se uma perspectiva contemporânea para, ao lado das novas contribuições se pensar também de forma mais integrada diversas ideias tradicionais do campo da preservação.

É frente a este quadro que acontece em 2014 a terceira edição do já tradicional “Colóquio Ibero-americano Paisagem Cultural, patrimônio e projeto”, promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pela Universidad Politécnica de Madrid (UPM), pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e pelo Instituto de Estudos de Desenvolvimento Sustentável (IEDS).

2º Colóquio Ibero-Americano: Paisagem Cultural, Patrimônio e Projeto

Em 2012 quando se comemoram os vinte anos de inclusão da categoria “paisagem cultural” na Convenção do Patrimônio Mundial da UNESCO acontece o “2º Colóquio Ibero-americano Paisagem Cultural, patrimônio e projeto”, promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e pelo Instituto de Estudos de Desenvolvimento Sustentável (IEDS), contando ainda com o apoio da Universidad Politécnica de Madrid (UPM) e da Universidade Federico II de Nápoles.

Este colóquio pretende discutir as diversas dimensões da ideia da paisagem cultural, tanto aquelas de natureza conceitual, metodológicas e projetuais, quanto suas implicações para as políticas de valorização e intervenção.

1º Colóquio Ibero-Americano: Paisagem Cultural, Patrimônio e Projeto

Dentro da perspectiva aberta nas ultimas décadas pela ampliação do conceito de patrimônio, a idéia de “paisagem cultural” parece oferecer novas possibilidades para a área, combinando aspectos materiais e imateriais do conceito, muitas vezes pensados separadamente, indicando as interações significativas entre o homem e o meio ambiente natural.   Com isso, recoloca-se o próprio campo do patrimônio cultural, abrindo-se uma perspectiva contemporânea para, ao lado das novas contribuições, inclusive tecnológicas, se pensar também de forma mais integrada diversas idéias tradicionais do campo da preservação.

Essa discussão dá-se num momento em que, na América Latina começam a se criar instrumentos para a tutela da paisagem, cabendo se destacar a promulgação, pelo  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)  da Portaria n. 127, que estabelece a chancela da “Paisagem Cultural Brasileira”, definida ali como uma “porção peculiar do território nacional, representativa do processo de interação do homem com o meio natural, à qual a vida e a ciência humana imprimiram marcas ou atribuíram valores”.

Este colóquio é fruto de uma colaboração entre o Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e o grupo de pesquisa Paisaje Cultural – Intervenciones Contemporáneas en la Ciudad y el Territorio da Universidad Politécnica de Madrid (UPM), que também realiza um trabalho interdisciplinar sobre a paisagem, articulando áreas como a arquitetura, a engenharia civil, as ciências da terra, as ciências sociais, a história e a arte, através de três linhas de trabalho ancoradas na construção da memória, na  construção da exterioridade e na re-construção da paisagem.