Organização curricular

Organização curricular (e sua atualização)

 

A organização curricular do NPGAU foi atualizada numa reforma curricular em 2018, amplamente discutida ao longo do biênio 2017-2018, promovendo revisões, inclusões e exclusões de disciplinas (detalhadas abaixo), atualizando conteúdos e abordagens a partir de uma avaliação coletiva que considerou, por um lado, a evolução do corpo docente e, por outro, a atuação do Programa nos meios acadêmicos e extra-acadêmicos com novas demandas sociais e possibilidades tecnológicas. Tal atualização pautou-se, principalmente, pela possibilidade de arejamento das linhas de pesquisa com os termos de referência dos docentes, uma vez que tanto docentes quanto discentes do Programa entendem que as linhas de pesquisa continuam adequadas e abrangentes o suficiente para articular eventuais inovações propostas nos termos de referência de pesquisa, sendo necessário ajustes nas possibilidades de oferta de disciplinas para garantir tal arejamento.

 

Integralização curricular

 

Quanto aos parâmetros de integralização curricular, manteve-se o número de créditos exigidos no mestrado (20) e no doutorado (16), e os critérios de aproveitamento de créditos de disciplinas cursadas no próprio NPGAU (inclusive como isoladas) ou em outros programas antes do ingresso no NPGAU. Podem ser aproveitados para a integralização do Curso de Mestrado até um total de 10 (dez) créditos e para o Curso de Doutorado até um total de 8 (oito) créditos, obtidos com conceito A ou B, seja em atividades acadêmicas regulares de Programas de Pós-graduação stricto sensu ou obtidos nos 24 (vinte e quatro) meses anteriores ao ingresso no Curso em atividades acadêmicas isoladas do NPGAU ou de outros Programas de Pós-graduação stricto sensu.

Para incentivar a interdisciplinaridade, o NPGAU estimula que estudantes e orientadores conheçam a gama de disciplinas oferecida nos diversos programas de excelência da UFMG que têm relação direta ou tangencial com as pesquisas em Arquitetura e Urbanismo. Ressaltamos também as disciplinas de “Formação Transversal”, uma modalidade proposta por núcleos interdisciplinares da UFMG agrupando diversas temáticas — “saberes tradicionais”, “culturas em movimento e processos criativos”, “direitos humanos” etc., — e cada agrupamento oferece uma gama de disciplinas com carga horária variada, visando incrementar o percurso formativo dos estudantes em temáticas pouco exploradas nos cursos/programas disciplinares, mas que transversalmente garantem a possibilidade de exploração interdisciplinar. Tanto as disciplinas de outros programas quanto as de formação transversal da UFMG são cursadas como eletivas e não há limite de créditos para integralização dos Cursos de Mestrado e Doutorado. Ou seja, como o NPGAU preza o Mestrado e o Doutorado por pesquisa, é possível que um estudante integralize os créditos cursando apenas disciplinas eletivas e fazendo o Estágio Docência. Dentre os créditos a serem cumpridos pelos estudantes, estabeleceu-se a obrigatoriedade de um mínimo a ser realizado em atividades de Estágio Docência (para bolsistas e não-bolsistas), sendo quatro créditos em Estágio para os doutorandos e dois para os mestrandos.

 

Proposta curricular

 

A nova grade curricular do Programa foi aprovada pelo Colegiado em 07/05/2018 e pela Pró-Reitoria de Pós-graduação da UFMG em 14/06/2018, entrando em vigor no segundo semestre de 2018. A organização da nova proposta curricular será descrita a seguir, acompanhada de algumas observações para esclarecer as mudanças em cada caso, começando pela descrição dos diversos tipos previstos de disciplinas e atividades creditadas.

O primeiro tipo são as disciplinas optativas de caráter permanente, que têm título próprio e integram a grade curricular de oferta regular (em geral, uma vez ao ano). Elas abrangem os conteúdos estruturantes das Linhas de Pesquisa e dos grupos de pesquisa e, embora não haja obrigatoriedade de os pós-graduandos cursarem as disciplinas a que seus projetos se vinculam, tal relação se estabelece espontaneamente na maioria dos casos. Esse tipo foi mantido na reforma e essas são disciplinas oferecidas também para outros cursos e como isoladas.

O segundo tipo, introduzido na reforma curricular de 2018, foi criado a partir da eliminação, em 2017, de uma única disciplina obrigatória de Metodologia da Pesquisa Científica. Ele abrange um conjunto de disciplinas optativas relacionadas à metodologia de pesquisa e a métodos diversos, compreendendo tanto disciplinas optativas de caráter permanente (todas com a denominação “Discussões metodológicas: […]”) e disciplinas optativas de oferta eventual (sempre com a denominação “Tópicos metodológicos: […]”). Esses dois tipos são abertos a mestrandos e doutorandos do NPGAU, podendo abrir também para outros programas e matrícula isolada.

Num terceiro tipo agrupam-se disciplinas denominadas “Tópicos em Arquitetura e Urbanismo: […]”, cujo subtítulo varia de acordo com o tema. Já existiam antes da reforma curricular de 2018 como Tópicos… I ou II, de acordo com a carga horária (15h ou 30h), o que causava confusão, sendo por isso alteradas para que tenham apenas o subtítulo. Elas configuram o espaço para conteúdos novos, tais como propostas de professores recém-credenciados, professores visitantes ou pós-doutorandos, e para desenvolvimento de assuntos específicos relacionados a projetos de pesquisa em andamento, demandas dos próprios pós-graduandos ou discussões sobre aspectos recentes do contexto social, político, econômico e tecnológico. Dão flexibilidade ao currículo e promovem uma evolução contínua. Conforme sua pertinência e maturidade, são transformadas em disciplinas optativas de caráter permanente. Em geral estão abertas a mestrandos e doutorandos, mas podem ser propostas para um ou outro nível específico, para outros programas e como isolada.

Num quarto tipo agrupam-se as modalidades de Estágio Docência que na reforma de 2018 foram reorganizadas com 15h, 30h, 45h e 60h, compabilizando-as com as disciplinas da graduação e com a possibilidade de combinação em módulos, segundo interesse dos estudantes. Como já dito, mestrandos devem cumprir no mínimo dois créditos (30h) e doutorandos quatro créditos (60 h).

Um quinto tipo são as chamadas Atividades Acadêmicas, que podem ser leituras orientadas (um crédito para 30 horas de atividade), assistência de palestras (um crédito a cada cinco ou mais palestras), docência na graduação além do estágio docência obrigatório (um crédito para cada 15 horas-aula), publicações (entre um e quatro créditos dependendo do tipo da publicação) etc. Conforme Normas da UFMG e Resolução de Atividades Acadêmicas do NPGAU, as atividades propostas são submetidas ao Colegiado para avaliação da creditação, sendo que o mestrando pode aproveitar para integralização até três créditos dessas atividades e o doutorando até quatro créditos.

Finalmente, a organização curricular do NPGAU confere créditos à atividade do mestrado denominada Projeto de Pós-graduação, que equivale a um exame de qualificação. O Exame de Qualificação do doutorado não é creditado. Optou-se por manter essa diferença, uma vez que os mestrandos ingressam apenas com uma intenção de pesquisa, sendo que o Projeto propriamente dito deve ser definido no primeiro ano e é objeto de avaliação intermediária, sendo por isso creditado. O doutorando já ingressa com um projeto mais maduro, sendo que o Exame de Qualificação configura um momento de contribuição crítica externa para a continuidade do trabalho, não necessariamente uma avaliação intermediária.

Para além dos percursos curriculares do mestrando ou doutorando (detalhados nas abas Mestrado e Doutorado) cabe acentuar que o NPGAU recomenda e estimula fortemente a integração de seus discentes a atividades acadêmicas internas e externas, o que se dá, sobretudo, mediante a participação em grupos e projetos de pesquisa e extensão, eventos científicos (que o NPGAU apoia financeiramente, sempre que possível), aulas da graduação, e publicação de trabalhos em veículos da área.

 

Disciplinas optativas regulares

 

Como já indicado, as disciplinas optativas regulares ou de caráter permanente formam a articulação essencial entre as atividades de pesquisa nas Linhas do Programa. Elas oferecem aos estudantes oportunidades de conhecer e discutir em profundidade as fundamentações e os avanços paulatinos dos temas pesquisados em cada uma das três Linhas de Pesquisa do Programa, facilitando a integração entre os trabalhos individuais dos pós-graduandos e os projetos mais amplos, coordenados pelos respectivos orientadores e grupos de pesquisa. Na reforma curricular aprovada em 2018, três optativas regulares foram extintas. A disciplina “Metodologia da pesquisa científica aplicada à Arquitetura e Urbanismo” foi substituída por um conjunto de disciplinas de metodologia (conforme mencionado anteriormente e detalhado mais adiante). A segunda, “Atelier: como pensar as condições abertas de produção de uma teoria da arquitetura”, foi substituída por “Teoria da arte: interfaces entre arte e vida”, cuja temática vinha sendo ofertada como “Tópicos”. E, por último, foi excluída a disciplina “Paradigmas do design universal”, em função da pouca demanda nos últimos anos e da previsão de aposentadoria do Prof. Marcelo Pinto Guimarães. Havendo interesse em sua oferta, o tema poderá ser ministrado sob a forma de “Tópicos”.

A reforma curricular incluiu também a atualização das ementas das disciplinas (todas incluídas na plataforma Sucupira), buscando-se uma padronização da sua estrutura. Algumas disciplinas passaram somente por esta atualização de ementa e não tiveram seu código alterado. Outras disciplinas, além da atualização de sua ementa, tiveram alteração em seu nome, gerando uma modificação de seu código, passando a ser consideradas como novas disciplinas. A disciplina “Arquitetura, cidade e ciências humanas” foi atualizada em sua ementa e carga horária. A disciplina passa a ser ofertada com 30 horas, o que coaduna melhor com o seu caráter, com as demais disciplinas optativas do Programa e com a sua regular oferta anual. Da grade curricular até então vigente, apenas a disciplina “Teorias do espaço e do planejamento urbano” não sofreu alteração. Por outro lado, novas disciplinas foram incorporadas à grade curricular. Em sua maioria, já vinham sendo ofertadas sob a forma de “tópicos” por professores colaboradores que passaram à condição de permanentes no quadriênio anterior. O Colegiado do Programa entendeu que a chegada ao NPGAU desse novo grupo de professores demandava uma revisão da vinculação entre o perfil do corpo docente e da grade curricular. Foram criadas as disciplinas: Arquiteturas da insurreição; Democracias e a cidade; Práticas espaciais da arte e outras epistemologias; Processo de projeto de arquitetura e urbanismo: atualidades; e Teorias da paisagem.

Para tratar da metodologia de pesquisa e de métodos diversos, foi criado um agrupamento de seis disciplinas de “Discussões metodológicas”. Duas delas já existiam na grade anterior, e sofreram apenas um ajuste nos nomes: Estudo de caso; e Historiografia da arquitetura. As outras quatro são novas ou haviam sido ofertadas anteriormente na forma de “Tópicos”: Etnografias; Introdução à abordagem de Pierre Bourdieu; Pensar por constelações; Pesquisa sócio-espacial de viés propositivo.

As disciplinas optativas regulares do currículo vigente estão relacionadas a seguir, conforme sua vinculação às Linhas de Pesquisa (cada 15h da carga horária equivalem a um crédito) e são todas ofertadas uma vez por ano.

 

LINHA1: PLANEJAMENTO E DINÂMICAS SOCIOTERRITORIAIS

  • Democracias e a cidade, 45h (ofertada como tópicos, regular a partir de 2018)
  • Formação da Rede Urbana Brasileira, 45h (ementa revista em 2018)
  • Geoprocessamento e modelagem paramétrica, 45h (ementa e nome revistos em 2018)
  • Planejamento urbano e metropolitano, 45h (ementa e nome revistos em 2018)
  • Planejamento, Gestão das Cidades e Manifestações Coletivas, 45h (ementa revista em 2018)
  • Teorias da paisagem, 45h (ofertada como tópicos, regular a partir de 2018)
  • Teorias do Espaço e do Planejamento Urbano, 60h (ementa confirmada em 2018)

 

LINHA 2: PRODUÇÃO, PROJETO E EXPERIÊNCIA DO ESPAÇO

  • Arquitetura como Interface, 45h (ementa revista em 2018)
  • Arquitetura, tecnologias e culturas digitais, 45h (ementa e nome revistos em 2018)
  • Processo de projeto de arquitetura e urbanismo: atualidades, 30h (ofertada como tópicos, regular a partir de 2018)
  • Produção contemporânea do espaço urbano, 45h (ementa e nome revistos em 2018)
  • Tecnologias de informação no espaço arquitetônico e urbano, 45h (ementa e nome revistos em 2018)
  • Teoria crítica da arquitetura, 45h (ementa e nome revistos em 2018)

 

LINHA 3: TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO

  • Arquitetura, Cidade e Ciências Humanas, 30h (redução da carga horária a partir de 2018)
  • Arquitetura, Cultura e Patrimônio Cultural, 45h (ementa revista em 2018)
  • Arquiteturas da insurreição, 45h (ofertada como tópicos, regular a partir de 2018)
  • Formação da cultura arquitetônica brasileira, 45h (ementa e nome revistos em 2018)
  • História e Análise Crítica da Arte, Arquitetura e Cidade, 45h (ementa revista em 2018)
  • Práticas espaciais da arte e outras epistemologias, 45h (ofertada como tópicos, regular a partir de 2018)
  • Teoria da arte: interfaces entre arte e vida, 45h (reformulação da disciplina excluída Atelier: Como pensar as condições abertas de produção de uma Teoria da Arquitetura?, e, regular a partir de 2018)

 

DISCUSSÕES METODOLÓGICAS (vinculadas às três linhas de pesquisa)

  • Discussões metodológicas: Estudo de caso, 15h (reformulação da disciplina excluída Estudo de caso como metodologia de pesquisa; ementa e nome revistos em 2018)
  • Discussões metodológicas: Etnografias, 15h (ofertada como Tópicos; ementa e nome revistos em 2018)
  • Discussões metodológicas: Historiografia da arquitetura, 15h (reformulação da disciplina excluída Historiografia da arquitetura; ementa e nome revistos em 2018)
  • Discussões metodológicas: Introdução à abordagem de Pierre Bourdieu, 15h (ementa e nome criados em 2018)
  • Discussões metodológicas: Pensar por constelações, 30h (ofertada como Tópicos; ementa e nome revistos em 2018)
  • Discussões metodológicas: Pesquisa sócio-espacial de viés propositivo, 30h (ofertada como Tópicos; ementa e nome revistos em 2018)

 

Disciplinas optativas do tipo tópicos

 

Na reforma curricular de 2018, as disciplinas de tópicos, destinadas a ofertas eventuais, foram subdivididas em “Tópicos em arquitetura e urbanismo” e “Tópicos metodológicos”. Neste último caso, trata-se de uma modalidade que complementa a concepção do Programa quanto à abordagem de métodos e metodologia de pesquisa. Ambos os tipos de “Tópicos” podem ser ofertados com carga horária de 15h ou 30h. (Foram extintas as antigas disciplinas “Tópicos em arquitetura e urbanismo I” e “Tópicos em arquitetura e urbanismo II”, que correspondiam a essa diferença de carga horária, mas cujas denominações geravam mal-entendidos.) Os quatro professores colaboradores que ingressaram no Programa em 2019 ofertaram pelo menos 30 horas de disciplinas do tipo Tópicos. Os “Tópicos” ofertados no quadriênio são listados no campo 4 (Histórico e contextualização do programa).

Em 2017 foram oferecidas sete disciplinas do tipo tópicos com temáticas diretamente relacionadas à linha de pesquisa Planejamento e Dinâmicas Socioterritoriais, oito relacionadas à linha Produção, Projeto e Experiência do Espaço, e duas relacionadas à linha Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo e suas relações com outras Artes e Ciências.

Em 2018 foram oferecidas cinco disciplinas do tipo tópicos com temáticas diretamente relacionadas à linha de pesquisa Planejamento e Dinâmicas Socioterritoriais, cinco relacionadas à linha Produção, Projeto e Experiência do Espaço, e três relacionadas à linha Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo e suas relações com outras Artes e Ciências.

Em 2019 foram oferecidas sete disciplinas do tipo tópicos com temáticas diretamente relacionadas à linha de pesquisa Planejamento e Dinâmicas Socioterritoriais, quatro relacionadas à linha Produção, Projeto e Experiência do Espaço, e cinco relacionadas à linha Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo e suas relações com outras Artes e Ciências.

E em 2020 foram oferecidas sete disciplinas do tipo tópicos com temáticas diretamente relacionadas à linha de pesquisa Planejamento e Dinâmicas Socioterritoriais, tries relacionadas à linha Produção, Projeto e Experiência do Espaço, e quatro relacionadas à linha Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo e suas relações com outras Artes e Ciências.

Vale ressaltar que no último ano da oferta da disciplina de metodologia científica como obrigatória para o Mestrado, houve 25 matrículas (24 mestrandos e um doutorando). A partir do segundo semestre de 2018, embora nenhuma das disciplinas de método (Discussões ou Tópicos) seja obrigatória, o número de matriculados tem sido muito acima da média da antiga metodologia e das demais disciplinas optativas. No segundo semestre de 2018 foram ofertadas quatro disciplinas de discussões metodológicas, com 45 matrículas de mestrandos e 26 de doutorandos do NPGAU, 10 pós-graduandos de outros programas e 7 matrículas isoladas. Em 2019, foram ofertadas seis disciplinas de discussões metodológicas e duas de tópicos metodológicos, com um total de 52 matrículas de mestrandos, 33 de doutorandos e uma de pós-doutorando do NPGAU, 12 pós-graduandos de outros programas e 23 matrículas isoladas. Em 2020, houve redução de oferta de tópicos e não foi possível fazer matrícula em isolada no 2º semestre (devido ao adiantamento do calendário do NPGAU em relação ao calendário oficial da UFMG, que define as matrículas em isolada), mas ainda assim, foram ofertadas duas disciplinas de discussões metodológicas, sendo 27 matrículas de alunos do NPGAU, três de outros estudantes da UFMG e uma matrícula isolada no 1º semestre. Isso mostra ter sido acertada a decisão de exclusão de uma única disciplina de metodologia como obrigatória e a oferta opcional e diversificada. Muitos estudantes decidiram por uma combinação de duas ou mais disciplinas desse grupo, refinando a reflexão metodológica inerente a seus projetos específicos de pesquisa de mestrado ou doutorado. Entendemos que esse caminho contribuirá para um avanço do conhecimento numa área de natureza multifacetada como é a de Arquitetura e Urbanismo.

Foram oferecidas no quadriênio uma média de 16 disciplinas por semestre, evidenciando o trânsito dos professores entre as temáticas na oferta das discussões metodológicas e tópicos, garantindo o equilíbrio desejado entre as linhas na oferta. Ressalta-se a variedade das temáticas dos tópicos, estreitamente relacionadas aos projetos de pesquisa dos docentes e às respectivas linhas de pesquisa a que estão atrelados.

 

Disciplinas de Estágio Docência 

 

Na reforma curricular de 2018, as disciplinas de Estágio Docência foram reorganizadas em módulos por carga horária, correspondentes às cargas horárias das disciplinas de graduação, facilitando a articulação entre os dois níveis de formação (no currículo anterior, não havia essa correspondência direta). Assim, as disciplinas de Estágio Docência passaram a formar um conjunto a partir do qual cada estudante pode combinar módulos para integralizar quatro créditos (60h) obrigatórios, no caso do Doutorado, ou dois créditos (30h), no caso do Mestrado.

  • Estágio Docência (15h)
  • Estágio Docência (30h)
  • Estágio Docência (45h)
  • Estágio Docência (60h)

 

OFERTA DE DISCIPLINAS

Horario 1_2022

Horario 2_2021

Horario 1_2021

Horario 2_2020

Horario 1_2020 remanejado

Horario 2_2019

Horario 1_2019

Horario 2_2018

Horario 1_2018

Horario 2_2017

Horario 1_2017